Geladeira de hemocomponentes
Concentrado de hemácias a 4 ± 2 °C. Faixa estreita, produto insubstituível e exigência de registro por equipamento.
Laboratório e hemoterapia
O monitoramento de temperatura em laboratório e em banco de sangue lida com faixas que não se parecem: hemocomponentes eritrocitários a 4 ± 2 °C, plaquetas a 22 ± 2 °C sob agitação constante, plasma congelado, ultrafreezer a −80 °C e nitrogênio líquido. Cada equipamento tem seu limite, e um desvio de poucas horas pode inutilizar bolsa, amostra ou lote de reagente que não se repõe.

Quatro diferenças entre a planilha de conferência e a medição contínua por equipamento.
Geladeira de hemocomponentes, agitador de plaquetas e ultrafreezer têm faixas distintas. Um limite único para o setor inteiro alerta cedo demais em um e tarde demais em outro.
O aviso vai por aplicativo, WhatsApp e e-mail para quem responde pelo setor naquele turno, com escalonamento se ninguém tratar.
Madrugada, fim de semana e feriado ficam registrados. É o período em que o freezer falha sem testemunha e a bolsa se perde em silêncio.
Ultrafreezer e nitrogênio exigem sonda para a faixa em que operam. Sensor de ambiente comum não mede −80 °C.
Seis equipamentos de um laboratório ou serviço de hemoterapia, cada um com sua faixa e seu risco.
Concentrado de hemácias a 4 ± 2 °C. Faixa estreita, produto insubstituível e exigência de registro por equipamento.
22 ± 2 °C sob agitação constante e validade de poucos dias. Parada de agitação e desvio térmico comprometem a bolsa.
Congelamento e guarda do plasma, onde a curva de congelamento importa tanto quanto a temperatura final.
Faixa de −80 °C para amostras, coleções biológicas e insumos. Um evento não percebido custa anos de coleta.
Criopreservação com nível e temperatura acompanhados, onde a queda de nível antecede a perda.
Analisadores, kits e reagentes com faixa de armazenamento própria, e ambiente que precisa se manter estável.
A RDC 34/2014 da ANVISA trata do ciclo do sangue e fixa condições de armazenamento por hemocomponente: eritrocitários a 4 ± 2 °C, concentrado de plaquetas a 22 ± 2 °C sob agitação constante, e concentrado de granulócitos a 22 ± 2 °C com validade curta. Cada faixa tem seu equipamento, seu limite de alerta e seu registro. Confira sempre o texto vigente da resolução antes de configurar limites — a norma é a referência, e a decisão sobre cada bolsa é do responsável técnico do serviço.



Referências que aparecem em inspeção de laboratório e de serviço de hemoterapia. O detalhamento está na página de compliance.
Boas práticas no ciclo do sangue, com condições de armazenamento por hemocomponente e exigência de controle das condições de conservação.
Boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos, aplicável ao que circula entre unidades.
Programas de acreditação pedem processo documentado, com evidência de monitoramento e de tratamento da não conformidade.
A FIKIRIA mede, alerta e organiza a evidência do monitoramento. A validação de processo, a qualificação dos equipamentos, o descarte ou o aproveitamento de bolsa e amostra e o cumprimento das exigências sanitárias permanecem do responsável técnico do serviço. Não executamos qualificação térmica nem garantimos aprovação em inspeção.
Ver a página de complianceEm 20 minutos mapeamos seus ambientes críticos e mostramos onde está o risco. Sem diagnóstico genérico.
As objeções que aparecem na primeira reunião — respondidas antes dela.
Pela RDC 34/2014, os hemocomponentes eritrocitários são armazenados a 4 ± 2 °C, o concentrado de plaquetas a 22 ± 2 °C sob agitação constante, e o concentrado de granulócitos a 22 ± 2 °C com validade curta. O plasma é mantido congelado. Confirme cada faixa e cada prazo no texto vigente da resolução antes de configurar limites de alerta, porque a norma é atualizada e o serviço responde pelo que aplica.
Sim, com sonda dedicada à faixa. Sensor de ambiente comum não mede −80 °C, e usar o instrumento errado produz um histórico que não sustenta nada em auditoria. No dimensionamento se define qual sonda vai em cada equipamento, considerando a faixa de operação e o ponto de instalação.
A FIKIRIA mede a temperatura do agitador e a condição do ambiente, e monitora o funcionamento do equipamento por corrente e por horas de operação — o que indica parada de agitação. A confirmação do estado de cada bolsa e a decisão sobre o seu aproveitamento continuam sendo do responsável técnico do serviço.
A falta de energia é tratada como evento monitorado, com horário de início e de fim registrados, e o retorno do equipamento é acompanhado. Se a comunicação cair junto, a leitura continua sendo gravada na memória local do sensor e sobe completa quando o enlace volta — o período não fica vazio no histórico.
Não. Qualificação térmica é um estudo de distribuição executado por laboratório especializado, com protocolo e relatório próprios, e não faz parte do escopo da FIKIRIA. O que fazemos é monitoramento contínuo, com calibração dos sensores rastreável ao INMETRO. As duas coisas se complementam: a qualificação indica onde posicionar o sensor, e o monitoramento cobre o intervalo entre um estudo e o seguinte.
Laboratório e hemoterapia têm faixas e normas próprias. Os recortes vizinhos estão em páginas separadas de propósito.
Imunobiológico e farmácia hospitalar sob a RDC 430 — o recorte assistencial mais amplo.
Conservação entre 2 °C e 8 °C, com histórico sem lacuna para a rede de frio.
Farmácia e drogaria sob a RDC 44, com exigência de POP e registro arquivado.
Onde a evidência costuma quebrar e onde termina a responsabilidade do fornecedor.
Painel por equipamento, alerta com escalonamento e histórico exportável por período.
Laboratório clínico, serviço de hemoterapia, biobanco ou pesquisa: em 20 minutos mapeamos os equipamentos, as faixas de cada um e como fica o histórico por equipamento. Sem investimento inicial — o hardware é fornecido em comodato, com calibração rastreável ao INMETRO.