Geladeira de termolábeis
Faixa estreita e produto de alto valor. É o ponto onde a falha noturna custa mais e onde a exigência de registro é mais dura.
Farmácia e drogaria
O controle de temperatura e umidade em farmácia é exigência da RDC 44/2009, da ANVISA: a farmácia precisa ter um procedimento escrito que defina como e quando a medição é feita, registrar as leituras e manter esses registros arquivados à disposição da fiscalização. A norma pede ainda que a verificação considere o horário de maior probabilidade de desvio — o que a leitura de duas vezes ao dia raramente alcança.

Quatro diferenças práticas entre anotar o termo-higrômetro duas vezes ao dia e medir sem parar.
Quando a geladeira ou o ambiente sai da faixa, o aviso vai por aplicativo, WhatsApp e e-mail para o farmacêutico responsável, com escalonamento se ninguém tratar.
Madrugada, domingo e feriado ficam registrados como qualquer outro horário. O que a fiscalização cobra é justamente o período sem ninguém no balcão.
Cada desvio guarda o que foi feito, por quem e a que horas, junto do próprio evento — não em um caderno separado do gráfico.
Os sensores transmitem por rádio até o gateway, que envia os dados pela internet da farmácia, e a leitura fica gravada na memória local se a conexão cair.
Seis pontos que aparecem nas inspeções de farmácia e drogaria — cada um com o risco que lhe é próprio.
Faixa estreita e produto de alto valor. É o ponto onde a falha noturna custa mais e onde a exigência de registro é mais dura.
Porta abrindo o dia inteiro, ar-condicionado desligado à noite e vitrine batendo sol: a temperatura ambiente oscila mais do que parece.
Ambiente fechado, pouca circulação e prateleira alta acumulando calor. Raramente tem termômetro próprio.
Espaço com exigência própria de condições ambientais, e onde o produto fica fora da geladeira durante o preparo.
Matéria-prima, insumo e produto acabado com faixas distintas, cada um com seu registro.
O trecho entre o distribuidor e a prateleira, onde a responsabilidade muda de mãos e o registro costuma sumir.
O registro sai por ambiente e por período, com a leitura contínua, os desvios marcados, quem foi avisado, quando o alerta foi tratado e o que foi feito. Não é um gráfico bonito e um caderno à parte: o tratamento de cada ocorrência fica anexado ao desvio que o originou. Os sensores são fornecidos em comodato, construídos com componentes e dispositivos homologados, e a calibração é rastreável ao INMETRO.



Referências que aparecem nas inspeções de farmácia e drogaria. O detalhamento por setor está na página de compliance.
Boas práticas farmacêuticas: POP com a metodologia de verificação de temperatura e umidade, registro das leituras e arquivamento à disposição da fiscalização.
Boas práticas de distribuição, armazenagem e transporte de medicamentos. Aplica-se ao trecho antes da prateleira e é tratada em compliance.
A norma cobra procedimento escrito e conduta definida para quando a condição sair da faixa — inclusive fora do horário de funcionamento.
A FIKIRIA mede, alerta e organiza a evidência do monitoramento. A responsabilidade regulatória, o POP e a decisão técnica sobre cada desvio — inclusive sobre o destino do medicamento — permanecem do farmacêutico responsável e da farmácia. Não garantimos aprovação em inspeção.
Ver a página de complianceEm 20 minutos mapeamos seus ambientes críticos e mostramos onde está o risco. Sem diagnóstico genérico.
As objeções que aparecem na primeira reunião — respondidas antes dela.
A RDC 44/2009 exige que a farmácia mantenha as condições ambientais adequadas de temperatura e umidade para os produtos armazenados, tenha um procedimento operacional padrão descrevendo como a verificação é feita, registre as leituras e guarde esses registros à disposição da fiscalização. A norma também pede que o horário de medição considere o momento de maior probabilidade de desvio. O texto oficial da resolução é a referência a consultar antes de definir o POP.
O termo-higrômetro atende à leitura, mas não ao registro contínuo: ele mostra o valor no instante em que alguém olha. O que fica sem cobertura é o intervalo entre uma leitura e outra — a madrugada, o fim de semana e a queda de energia. Muitas farmácias mantêm o termo-higrômetro como referência visual e adicionam medição automática para o histórico.
A RDC 44 determina que os registros fiquem arquivados e disponíveis à fiscalização, e o prazo aplicável deve ser conferido no texto vigente da resolução e nas exigências da vigilância sanitária local, que podem ser mais restritivas. No sistema da FIKIRIA o histórico fica armazenado e exportável por ambiente e período, sem depender de arquivo em papel.
Sim. A geladeira de produtos termolábeis trabalha em faixa estreita e tem exigência de registro própria, enquanto o ambiente de dispensação e o estoque respondem pelas condições gerais de armazenamento. Na prática são pontos de medição distintos, com limites distintos e alertas distintos. A conservação de imunobiológicos tem página própria em monitoramento de vacinas.
O sistema gera o histórico por ambiente e por período, com os desvios identificados e o tratamento de cada ocorrência registrado junto ao evento, e permite exportar esse material. A avaliação do que atende à inspeção e a apresentação do documento continuam sendo do farmacêutico responsável — a FIKIRIA fornece a evidência, não o parecer.
Esta página trata de farmácia e drogaria sob a RDC 44. Os recortes vizinhos têm norma, público e faixa própria.
Imunobiológico, farmácia hospitalar, banco de sangue e laboratório, sob RDC 430 e rede de frio.
Conservação entre 2 °C e 8 °C, com histórico sem lacuna e alerta antes da perda do lote.
Onde a evidência costuma quebrar, referências por setor e o limite de responsabilidade.
Farmácia de rua, rede com várias lojas ou farmácia com manipulação: em 20 minutos mapeamos os ambientes que precisam de registro e mostramos como fica o histórico. Para o contexto hospitalar — imunobiológicos, farmácia hospitalar e banco de sangue — a página de saúde tem o recorte certo.