Silo metálico
Pêndulos distribuídos por seção e por altura, cobrindo o centro da massa e a periferia junto à chapa.
Pós-colheita
A termometria de silos mede a temperatura da massa de grãos em pontos distribuídos por altura e por seção, porque o grão não esquenta por igual. Um foco de aquecimento localizado aparece dias antes da perda: é o sinal de fungo, de infestação ou de umidade migrando dentro da massa — e é o que decide quando ligar a aeração.

Quatro sinais que aparecem na termometria enquanto o grão ainda pode ser salvo.
Um ponto subindo enquanto os vizinhos ficam estáveis. É a assinatura clássica de atividade biológica na massa.
A água se desloca dentro do silo por diferença de temperatura e se concentra onde menos se espera, formando bolsão.
Ligar sem necessidade gasta energia e resseca; ligar tarde não recupera o grão. A leitura define a hora.
A curva de cada silo ao longo do armazenamento, para comparar lotes, origens e tempo de guarda.
Seis pontos de uma unidade de armazenagem, cada um com o risco que lhe é próprio.
Pêndulos distribuídos por seção e por altura, cobrindo o centro da massa e a periferia junto à chapa.
Massa larga e baixa, com aquecimento localizado difícil de perceber por amostragem manual.
Temperatura de entrada e de saída do grão, para acompanhar se a secagem está no ponto pretendido.
Recebimento e transferência, onde o grão de origem e umidade diferentes entra na massa já armazenada.
Temperatura e umidade do ar, que definem se a aeração vai resfriar ou umedecer a massa.
Funcionamento de ventiladores, correntes e horas de operação — o que mantém a aeração e o transporte de pé.
A Instrução Normativa nº 29/2011 do Ministério da Agricultura estabelece um ponto de leitura a cada 150 m³ de capacidade estática, com os pontos distribuídos uniformemente pela massa. Na prática isso significa que o dimensionamento não é escolha comercial: ele decorre do volume do silo. Um silo de 3.000 m³ pede cerca de vinte pontos — e uma unidade dimensionada abaixo disso mede menos massa do que a norma prevê, o que costuma aparecer em auditoria de fornecedor e em contrato de armazenagem de terceiros.



Referências que aparecem em auditoria de unidade armazenadora e em contrato de guarda de grão de terceiros.
Requisitos de unidades armazenadoras, incluindo a distribuição dos pontos de leitura de temperatura pela capacidade estática.
Guardar grão de outro exige demonstrar a condição da massa ao longo do período, não apenas na entrada e na saída.
Histórico térmico sustenta a discussão sobre avaria e desconto no momento da comercialização.
A FIKIRIA mede a massa de grãos, alerta quem responde pela unidade e aciona a aeração conforme a regra definida com o cliente. A decisão de manejo — expurgo, transilagem, secagem e destino do lote — permanece do responsável técnico da unidade armazenadora, assim como a amostragem física do grão.
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As objeções que aparecem na primeira reunião — respondidas antes dela.
A Instrução Normativa nº 29/2011 do Ministério da Agricultura estabelece um ponto de leitura a cada 150 m³ de capacidade estática, distribuídos uniformemente pela massa. O cálculo parte do volume do silo, e não do orçamento: um silo de 3.000 m³ pede cerca de vinte pontos. Confira o texto vigente da norma antes de fechar o dimensionamento, porque exigências de contrato podem ser mais restritivas.
Aumento localizado quase sempre indica atividade biológica: fungo em desenvolvimento, infestação de insetos ou grão com umidade acima do seguro respirando dentro da massa. A temperatura é consequência dessa atividade, e por isso funciona como aviso antecipado — quando o foco aparece, ainda há tempo de agir por aeração ou transilagem. A confirmação da causa exige amostragem física do grão.
Sim. A FIKIRIA aciona a aeração conforme a regra definida com a unidade, combinando a temperatura da massa com a temperatura e a umidade do ar externo — porque ligar o ventilador em hora errada pode umedecer o grão em vez de resfriar. A regra de acionamento é definida pelo responsável técnico da unidade; o sistema executa e registra cada acionamento.
Sim. A instalação é feita por equipe própria, com os pêndulos posicionados conforme o dimensionamento definido antes da visita. Silo já em operação exige planejamento da janela de instalação, normalmente com a unidade vazia ou parcialmente carregada, e isso entra no cronograma acordado com a operação.
Não substitui. A termometria mostra onde e quando alguma coisa mudou na massa, de forma contínua e sem abrir o silo; a amostragem mostra o que é. Na prática elas se combinam: a leitura indica o ponto que merece amostragem, o que reduz coleta às cegas e encurta o tempo entre o problema começar e alguém saber.
A termometria é a etapa final de um ciclo que começa na lavoura.
A página-mãe do cluster: armazenagem, resfriamento e ambiente produtivo.
A frente de lavoura: umidade e pH do solo, molhamento foliar, nível e vazão de água.
Corrente, horas de funcionamento e falta de energia em motores, ventiladores e bombas.
Painel por silo e por ponto de leitura, alerta com escalonamento e histórico exportável.
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